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  • Irmão Marcos André Malta Dantas – 33 – M.I.

A MAÇONARIA ESSA ORDEM QUASE INCOMPREENSÍVEL


Sem dúvidas ser escolhido para a Ordem Maçônica é uma honra que alguns de nós tivemos, outros foi algo natural na sua vida , como os filhos dos Maçons . Ao adentrarmos na Ordem, entramos em contato com os ensinamentos, a ritualística, os regulamentos, os Landmarks, as Potencias, os Ritos e várias outras informações que compõem a ordem. Destas uma das mais importantes seriam as instruções. Sinceramente, não estamos preparados para o conteúdo destas informações, por mais que alguns Irmãos mais prolixos ou instruídos tentem nos explicar, mas sempre fica um vazio. Somente durante o curso de filosofia e de teologia, passei a juntar as informações contidas na Ordem Não tenho a missão e nem a pretensão de ensinar, de fazer um curso nas reuniões, mas tento mostrar parte da verdade contida nos ensinamentos. Essa forma de ser da Ordem deve ter alguma explicação , além das que imagino, acredito que um dos intuitos seria de inicialmente informar e provocar ensinamentos e busca pelo aprender. Descobri ao ler o saudoso Xico Trolha, fundador da editora “A Trolha”, uma das minhas editoras, que a forma de ensinar seria de Catecismo, perguntas e respostas . Estudando a pedagogia da Idade Média, descobri sobre o Trivium, o Quadrivium, como cita no site da Wikipedia , temos :

“Artes liberais é o termo que define uma metodologia de ensino, organizada na Idade Média, cujo conceito foi herdado da antiguidade clássica”. Referem-se aos ofícios, disciplinas acadêmicas ou profissões ("artes") desempenhadas pelos homens livres. São compostas do Trivium (lógica, gramática, retórica) e do Quadrivium (aritmética, música, geometria, astronomia). Tal conceito foi posto em oposição às Artes Mechanicae (artes mecânicas), consideradas próprias aos servos ou escravos. A personificação das Sete Artes Liberais (Trivium et Quadrivium) foi um tema iconográfico muito comum nas artes medieval e moderna. Embora a expressão e o conceito de artes liberais tenha se originado na Antiguidade, foi nas Universidades da Idade Média que adquiriu seu alcance e significado de Studium Generale. Dessa época, vem o costume de convencioná-la em número de sete disciplinas que a compõem, descritas mais adiante. Na Idade Moderna, as artes liberais eram consideradas as disciplinas próprias para a formação de um homem livre, desligadas de toda preocupação profissional, mundana ou utilitária. Contrapõem-se às artes mecânicas ou seja, às disciplinas não diretamente relacionadas a interesses imateriais, metafísicos e filosóficos, mas estritamente técnicos (voltados à produção de utilidades que sirvam às necessidade cotidianas do homem). O conceito de arte dado por Aristóteles, "a capacidade de produzir com raciocínio reto", ou ainda, "uma disposição suscetível de criação acompanhada de razão verdadeira", é capaz de fornecer alguns elementos acerca do conceito de artes liberais que os homens da Antiguidade e da Idade Média tinham. Mediante o domínio das sete artes liberais, o homem seria capaz de produzir obras e ideias com poder de elevar o espírito humano para além dos interesses puramente materiais, rumo a um entendimento racional e livre da verdade. De acordo com os postulados da educação clássica e medieval, assim como a linguagem é normalizada pelas artes da linguagem, o intelecto é aperfeiçoado pelas assim chamadas cinco virtudes intelectuais, sendo duas práticas e três teóricas - a saber: compreensão, ciência, sabedoria, prudência e arte. Segundo definições clássicas, a compreensão é o captar intuitivo dos princípios primordiais (o pensamento lógico e a investigação lógica); a ciência é o conhecimento das causas mais prováveis; a sabedoria é a compreensão das causas ditas fundamentais; a prudência é o pensamento coerente concernente às ações e, por fim, a arte é o pensamento aplicado à produção e à capacidade de produzir. As sete artes liberais Tradicionalmente, as sete artes liberais englobam, desde a Idade Média, dois grupos de disciplinas: de um lado, o trivium e do outro, o quadrivium. O trivium concentra o estudo do texto literário por meio de três ferramentas de linguagem pertinentes à mente. O quadrivium engloba o ensino por meio de quatro ferramentas relacionadas à matéria e à quantidade.

O Trivium Etimologicamente, trivium significa "o cruzamento e articulação de três ramos ou caminhos" Esse grupo de disciplinas incluía a lógica (ou dialéctica), a gramática e a retórica. As artes do trivium teriam como objetivo desenvolver a expressão da linguagem.

O Quadrivium O quadrivium, etimologicamente o cruzamento de quatro ramos ou caminhos. Está voltado para o estudo da matéria, por meio do domínio das seguintes disciplinas: aritmética (a teoria dos números); em música (a aplicação da teoria do número), em geometria (a teoria do espaço) e em astronomia (a aplicação da teoria do espaço). De acordo com a definição de Irmã Miriam Joseph, a matéria teria como característica essencial o número e a extensão, temas analisados respectivamente pela aritmética e pela música, bem como pela geometria e astronomia. No âmbito do quadrivium, a música é entendida como o estudo dos princípios musicais (educação musical), tais como harmonia, não podendo ser confundida com a música instrumental aplicada (uma das sete belas-artes). O objetivo destas artes ditas "da quantidade" era prover meios e métodos para o estudo da matéria, sujeitos a aprimoramento no âmbito das disciplinas ditas superiores.

Estudos Superiores Santo Tomás de Aquino e Aristóteles, na ocasião em que (ao primeiro) foi dito: "Bene scripsisti de me, Thoma". As disciplinas ditas superiores (de acordo com a definição dada pelos conceitos clássicos e medievais) formavam a parte central e preparatória do currículo das universidades medievais, preparando o aluno para entrar em contato com as três principais formações de tais centros de saber: a medicina, o direito e a teologia. Como outras artes normativas, que ajustam ou regulam segundo um padrão ou norma, as artes da linguagem consistem em estudos práticos que ajustam a linguagem segundo uma norma, como por exemplo: 1. o pensamento segundo a verdade, 2. as palavras faladas e escritas segundo a correção ou 3. a comunicação segundo a eficácia. É por isso que, no âmbito das artes liberais e dos princípios da educação superior, diz-se que "a verdade é a norma ou a meta da lógica", "a correção é a norma da gramática" ou "a eficácia é a norma da retórica". Segundo os propugnadores de tal método educacional clássico, como Raimundo Lúlio, para que se possa penetrar em níveis de conhecimento superior das ciências, da metafísica ou da teologia, o indivíduo deve ser capaz de pensar de forma retilínea e coerente, fazendo uso correto e eficaz das palavras, nos mais variados níveis de discurso. A partir do século XVI as artes liberais passaram por várias transformações que refletiam as mudanças daquela época. Com as descobertas científicas, as grandes navegações, a difusão da imprensa, o Renascimento e a Reforma, tornou-se necessário adaptar as artes liberais às demandas de seu tempo. O Humanismo italiano renascentista continuou a tradição de ensino das artes liberais da Idade Média (ver: Renascença italiana e Humanismo renascentista). Mas enfatizou e renomeou os estudos iniciais, o trivium, aumentando a sua abrangência, conteúdo e significado no currículo de escolas e universidades, sob o ambicioso nome de Studia humanitatis. Precursores das actuais humanidades, os Studia humanitatis mantinham o estudo da gramática e da retórica mas excluíam a lógica, e acrescentavam o estudo do grego, da filosofia moral e da poesia, tornada a matéria mais importante do grupo. University College Utrecht (Universidade de Utrecht, Holanda). Nesse contexto, o educador Comenius separou a educação superior da educação pré-universitária de jovens e crianças. Segundo seu currículo, haveria o estudo disciplinas das artes liberais embutidas no nível equivalente ao ensino médio: a gramática, a física, a matemática, a ética, a dialética e retórica, além das línguas clássicas e modernas. Na Conferência "What does liberal education offer the civil society?”, realizada em Budapeste em 1996, Roger Martin, presidente do Moravian College (uma faculdade de artes liberais nos Estados Unidos), relembrou do papel de Comênius para desenvolver as artes liberais contemporâneas. Essa conferência marcou a reintrodução das artes liberais como programa de ensino superior na Europa. Porém, as Artes Liberais não sobreviveriam ao iluminismo europeu, sendo substituídas pela educação superior profissional ou científica. A educação liberal deu lugar à formação profissional a partir das reformas universitárias na Prússia, lideradas por Wilhelm von Humboldt e na educação universitária francesa após a revolução. A Escola Normal Superior e a Escola Politécnica visava a formação profissional e considerava a formação liberal como resquício da aristocracia. Gradualmente, a maior parte das universidades da Europa e do mundo, abandonaram a educação liberal. As primeiras faculdades do Brasil visavam a formação profissional e não a formação liberal e assim foi quando instituíram as universidades no país no século XX (ver: História da educação no Brasil). O conceito de educação superior liberal continuou a existir nos Estados Unidos. Essas informações são pequenas contribuições, do que achamos que aprendemos.

Abaixo um artigo do Irmão Bruno Macedo postado no Facebook : A taça sagrada foi introduzida na Ordem Maçônica através do filósofo grego Cebes, discípulo de Sócrates, que viveu no século V a.C. sua obra “Quadro da Vida Humana”, nos conta que milhares de pessoas em busca do caminho da felicidade e do conhecimentos, ouviam, diante uma enorme porta, os ensinamentos dos sábios acerca do mundo, para conquistar o prazer, a harmonia e a sabedoria. Logo em seguida, a porta era aberta e todos entravam em um recinto, onde a quem desejasse prosseguir deveria submeter a uma prova, diante uma bela mulher com uma taça nas mãos, contendo uma bebida que jamais esgotava. Os mais afoitos bebiam demais, os receosos, apenas um gole. Após essa prova, vinha a meditação e eram oferecidos a eles pão e água e em seguida passariam a enfrentar as provas da terra, água, fogo e ar. Por fim, teriam direito a bebida doce, degustando os dissabores da taça da vida. O simbolismo da Taça (ou Copa) é bastante amplo e se apresenta sob dois aspectos essenciais: o vaso de abundância e o do vaso que contém a poção da imortalidade. No primeiro caso, ela é muitas vezes comparada ao seio materno que produz o leite. Uma inscrição galo-romana de Autun, dedicada a Flora, compara a taça de onde corre a graça com o seio de onde emana o leite que alimenta a cidade (Devoucoux). Mesmo simbolismo e mesma associação de idéias no caso da Maha-Lakshmi hindu: todavia, o leite, aqui, é o soma, o que nos transporta para a noção da bebida ca¬paz de conferir a imortalidade. A copa do ofertório do soma é também comparada ao crescente lunar, cuja luz se diz, tradicionalmente, 'branca como o leite'. O simbolismo mais geral da taça aplica-se ao Graal do Medievo, cálice que recolheu o sangue do Cristo e que contém simultaneamente — as duas coisas se identificam, no fundo — a tradição momentaneamente perdida e a bebida da imortalidade. O cálice contém o sangue — princípio de vida — sendo, portanto, homólogo do coração e, em consequência, do centro. Ora, o hieróglifo do coração é uma copa. O Graal é, etimologicamente, tanto um vaso quanto um livro, o que confirma a dupla significação do seu conteúdo: revelação e vida. Uma tradição pretende que ele tenha sido esculpido numa esmeralda caída da fronte de Lúcifer. Essa pedra lembra a urna xivaíta e búdica, o terceiro olho, associado ao sentido de eternidade (Guénon). Ora, quando se dá polimento a uma gema, escreve o mestre zen Dogen, ela se torna um vaso: o conteúdo desse vaso é o brilho da luz revelado pelo polimento; da mesma forma, a iluminação se estabelece no coração do homem pela concentração do espírito. O Graal era também chamado vaissel: símbolo do navio, da arca contendo os germes do renascimento cíclico, da tradição perdida. Observar que o crescente da lua, equivalente à taça, é também uma barca. Do simbolismo do Graal está próximo o da calota craniana tântrica, que contém sangue (às vezes chá ou bebida alcoólica). É ainda a expressão da imortalidade ou do conhecimento obtido ao preço da morte no estado presente, logo, do renascimento iniciático ou supra-humano. Certas obras herméticas ocidentais recomendam o uso de uma calota craniana para a realização da Grande Obra alquímica, o que deriva, evidentemente, de um simbolismo análogo. Os alquimistas chineses, ante a falta de êxito na preparação direta do elixir da longa vida, faziam do ouro obtido no cadinho as salvas e as taças destinadas, manifestamente, a receber comidas e bebidas de imortalidade. Os cálices eucarísticos, que contêm o Corpo e o Sangue do Cristo, exprimem um simbolismo análogo ao do Graal. Porque se não comerdes da minha carne e não beberdes do meu sangue não terá a vida eterna, disse Jesus. O rito da comunhão, no qual as taças são destinadas, e que realiza a participação virtual no sacrifício e na união beatífica, pode ser encontrado em diversas tradições, notadamente na China antiga (consideramos aqui somente as aparências exteriores dos ritos, não sua significação dogmática). Beber na mesma taça é um rito matrimonial ainda em uso no Extremo Oriente. Na China, bebia-se outrora nas duas metades de uma mesma cabaça. A taça é, ainda, um símbolo cósmico: o Ovo do mundo separado em duas formas, duas copas opostas, das quais uma, a do Céu, é a imagem do domo. Os Dióscuros usam, cada um, uma dessas metades, como cobertura da cabeça. O sacrifício védico da divisão da taça única de Tvashtri pelos três Ribhu em quatro taças brilhantes como o dia designa a obra cósmica da extensão do centro da manifestação para as quatro direções cardeais. Inversamente, quando o Buda faz uma só tigela das quatro tigelas de esmolar trazidas dos quatro pontos cardeais pelos quatro Maharaja, ele restaura o quaternário cósmico na sua unidade primordial. No Japão, a troca de taças (Sakazuki o Kawasu) simboliza a fidelidade. Isso é feito na cerimônia do casamento. No mundo celta, a taça cheia de vinho ou de outra bebida inebriante (cerveja, hidromel), que uma jovem oferece ou serve ao candidato-rei é um símbolo de soberania. É isso justamente o que se vê na fa¬mosa história do Baile an Scail cidade do herói. O rei da Irlanda, Conn, recebe a copa de uma donzela de maravilhosa beleza em presença do deus Lug, que lhe prediz que sua raça reinará por muitas gerações. A taça, na tradição cristã, confunde-se com o caldeirão do Dagda, de forma que o Santo Graal é, ao mesmo tempo, o continuador da copa de soberania e o herdeiro do caldeirão do Dagda. A taça, usada tanto para as libações rituais quanto para os repastos profanos, serviu de base a um simbolismo bastante desenvolvido nas tradições judaica e cristã. O cálice da salvação (ou da libertação) que o salmista eleva ao Criador (Salmos, 116, 13) é, ao mesmo tempo, e evidentemente, uma realidade cultural e um símbolo de ação de graças. Da mesma forma, o cálice eucarístico (o que significa: cálice de ação de graças) ou cálice de bênção (I Coríntios, 10, 16).Mas a ênfase principal do simbolismo da copa recai, na Bíblia, sobre o destino do homem: o homem recebe da mão de Deus o seu destino como uma copa ou como contido numa copa. Pode tratar-se de uma taça transbordante de bênçãos (Salmos, 25, 5) ou do fogo do castigo divino (Salmos, 11, 6); pode ser "o cálice do vinho do furor da sua ira" (Apocalipse, 16, 19). É por isso que o instrumento de que Deus se serve para castigar (um homem, um povo, uma cidade) pode ser comparado a uma taça (Jeremias, 51, 7; Zacarias, 12, 2). Quando Jesus fala do cálice que estava para beber (Mateus, 20, 22 s.) e que pede ao Pai que o afaste (Mateus, 26, 39 e pa¬ralelos) não é só a morte que ele assim designa, mas em geral o destino que Deus lhe propõe e que ele aceita com conhecimento de causa. Na literatura mística do Islã, a taça simboliza geralmente o coração, entendido no sentido de intuição, de esfera mais sutil da alma. O coração do iniciado (arif), que é também um microcosmo, é muitas vezes comparado à taça de Djmashid. Esse rei lendário da Pérsia possuía, ao que se diz, uma taça na qual podia ver o universo. Para a Maçonaria a Taça representa a Caridade. Das três virtudes teologais (Fé, Esperança e Caridade), sem dúvida, como diz o Apóstolo, a maior delas é a Caridade. Em nossa busca de aperfeiçoamento, temos o dever de praticar a Caridade; no auxílio daqueles que tropeçam e caem pelo caminho, dando-lhes a mão que servirá de apóio para que se levantem, assim como certamente muitos já o fizeram conosco. A Caridade consiste em socorrer os débeis, os desvalidos, aqueles que não estão conseguindo carregar a sua Cruz. Até mesmo o Messias Cristão, não suportou o peso de sua Cruz e caiu na sua caminhada e necessitou de ajuda para carregá-la; aquele foi o momento em que alguém praticou a Caridade. Em nosso dia a dia, nos tormentos das paixões, as ocasiões se apresentam para a prática da Caridade a todo o momento. Muitos fecham os olhos para não verem a quem devem ajudar, esquecem que mais para frente poderão precisar de auxílio. Poucos sabem o que seja a mensagem contida no livro da lei (em Mateus 6:3): Que “... não deixes tua mão esquerda saber o que faz a direita...”. Os imprescindíveis para a humanidade são aqueles que praticam a verdadeira Caridade, não precisam divulgar o bem que fazem, estes sabem vencer suas paixões, submetem suas vontades e fazem novos progressos, estreitando os laços de Fraternidade que a todos devem unir como verdadeiros irmãos. Esse artigo tem a pretensão de ser um alerta e ao mesmo tempo informativo, para os irmãos entender da complexidade dos ensinamentos maçônicos, que na verdade são baseados na Filosofia e nas ciências. Para o jovem estudante ou iniciado, alguns conceitos são antigos e sem importância. mas ao lembrar-nos que a Ordem Maçônica começa oficialmente :” Uma vez fundada a Grande Loja de Londres em 24.06.1717, como já se sabe da história da Ordem, que ocorreu na Cervejaria do Ganso e da Grelha (The Goose and Gridiron), onde se reuniram alem de uma Loja com o mesmo nome, mais três a saber: A Coroa (The Crown); A Macieira (The Apple) e a O Copázio (copo grande, copaço) e as Uvas (The Rummer and Grappes)” , portanto herdeira dos ensinamentos da época , lembrem-se que somente 10 a 20% da população sabiam ler e poucos tinha curso superior , portanto que os segredos das ciências e da filosofia eram transmitidos dentro de Loja , já que os poderosos ou a população teriam um choque ao descobrirem . O grande filósofo para a Ordem é Aristóteles, pois existia uma diferença com seu mestre Platão. Enquanto seu mestre acreditava no inatismo, ou seja, que a virtude nasce com cada um, concluía que não poderíamos ensinar, ficando os escravos, os pobres, sem aprender, já Aristóteles, acreditava que poderíamos ensinar e não nascemos Virtuosos. Encerrando este foi um breve relato sobre parte do que é a Ordem para mim, um desafio constante de aprender.

Irmão Marcos André Malta Dantas – 33 – M.I.


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